sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

... e ela PARIU! Em casa, na banheira. Viva La Bundchen!


Giselle sobre o parto domiciliar, sem analgesia:
"Eu queria estar presente, queria estar consciente, não queria estar dopada."

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

História de um Parto Feliz



3.1. O início das contrações

· A cliente encontra-se em trabalho de parto (metrossístole 3 em 10 minutos, com a duração de 35 segundos, batimentos cárdio-fetais de 140 batimentos por minuto, movimentos fetais ativos) em sua residência acompanhada de seu esposo.
· Entrou em contato com uma enfermeira obstétrica que constata, por ocasião da visita, após realizar o exame físico e a palpação obstétrica, um feto longitudinal, com a apresentação cefálica à esquerda, que encontra-se encaixado. Após o toque vaginal, a enfermeira verifica que a cliente encontra-se com 3 cm de dilatação, colo fino, membranas ovulares íntegras, primeiro plano em relação à altura da apresentação.
· Acompanhada do esposo e da enfermeira obstétrica, deslocam-se até a Maternidade.

3.2. Como a cliente foi recebida na Maternidade

· Ao chegar na Maternidade, o porteiro abre a porta de entrada, cumprimenta-os e mostra onde fica a sala de exames.
· Lá chegando, sempre acompanhado pelo esposo e da enfermeira, é recebida pela enfermeira do plantão que se identifica e a chama pelo nome.
· A futura mamãe nota que há várias figuras na parede com orientações sobre as posições de parto, aleitamento, etc.
· A enfermeira mostra onde fica o banheiro, orienta a troca de roupa e a conduz para a mesa de exames, mostrando com ela deve se posicionar e qual o exame que será realizado. Tem o cuidado de não deixá-la descoberta.
· É feita a ficha de identificação, verificando sinais vitais, os quais se encontram normais. Logo em seguida vem o médico, o Dr. João Alfredo de Souza, que fala seu nome e avisa que irá examiná-la. Ao proceder a análise, constata que já há evolução para 5 cm de dilatação. Sugere ao acompanhante e à parturiente que ambos vão para a sala PPP. Lá, permanecem com a auxiliar de enfermagem e o esposo poderá dar todo o seu apoio.

3.3. Na sala PPP

· Ao chegar no PPP, outra enfermeira vem recebê-la, identificando-se, e mostra onde ela e o esposo vão se alojar. A enfermeira orienta como o esposo deve proceder e mostra o cavalinho, o balão de borracha e demais assessórios. A enfermeira fala também que o banho é bom para relaxar.
· A cliente fica mais descontraída, observando que o ambiente é bem mais parecido com a sua casa. Percebe que a cama não lembra a do hospital, e que pode beber água, movimentar-se e mudar de posição várias vezes durante o trabalho de parto.
· Fica na posição de pé, de cócoras e de joelho, sempre com o apoio do esposo, que a encoraja a ficar ativa mudando de posição quantas vezes quiser.
· Durante as contrações, o esposo faz massagens nas costas e na região lombar e sacra, o que diminui o desconforto. A parturiente observa que a enfermeira conversa com ela e o esposo. Nesta ocasião, a enfermeira ausculta o bebê, e fala que tudo vai bem.
· Após 8 horas, a enfermeira obstetra observa que as metrossístoles vem de 5 em 10 minutos. Comunica o fato ao obstetra de plantão, constatando a proximidade da descida do feto e nascimento.
· De comum acordo, a cliente escolhe com vai parir e opta por ficar de cócoras. O esposo fica ao seu lado, massageando suas costas. A parturiente, respirando, quase sente os puxos, sopra o ar como se quisesse apagar uma vela.
· O obstetra põe-se em posição ao desprendimento cefálico protegendo o períneo. A mãe coloca a sua mão e sente a cabeça do bebê. Continua com a respiração, agora de cachorrinho. O bebê nasce e é uma festa para todos que acompanharam e participaram.
· o bebê é logo colocado em cima da mãe. Após o delivramento da placenta o pai realiza a onfalotomia (corte do cordão umbilical). Toda equipe parabeniza os dois. O delivramento se deu de forma espontânea, pela face fetal. É realizado o exame da placenta. Não há laceração perineal.
· Realiza-se a troca de roupas da cliente e o asseio. Mãe e filho permanecem no PPP por 24 horas com seus familiares.
· É dada orientação sobre o aleitamento materno, sobre retorno para a consulta pós-parto e a consulta de puericultura. O bebê já sai vacinado com a BCG.

FONTE: MANUAL DO PARTO HUMANIZADO - PROJETO LUZ da JICA (Parte 3), publicado em "http://www.amigasdoparto.com.br/jica3.html"

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Livros, sites e listas de discussão sobre Parto Humanizado ou assuntos relacionados

Livros

- Memórias do Homem de Vidro - Reminiscências de um Obstetra Humanista - Ricardo Jones

- Parto Ativo – Um Guia Prático para o Parto Natural - Janet Balaskas

- Gravidez Natural - Janet Balaskas

- Saúde Natural para Mulheres Grávidas - Elizabeth Burch e Judith Sachs.

- Cura Natural para Bebês e Crianças - Aviva Jill Romm.

- Quando o Corpo Consente - Marie Bertherat, Thérèse Bertherat e Paula Brung

- A Cientificação do Amor - Michel Odent

- Manual OMS - Assistência ao Parto Normal e Maternidade Segura, cópia encadernada.

- Nascer Sorrindo - Frederick Leboyer

- Parto normal ou cesárea? O que toda mulher deve saber (e todo homem também) - Simone Grilo Diniz e Ana Cristina Duarte

- Gentle Birth, Gentle Mothering: The best articles on gentle choices in pregnancy, birth and parenting - Sarah J Buckley MD

- Having A Baby, Naturally - Peggy O'Mara

- Natural Family Living - Peggy O'Mara

- The Attachment Parenting Book - Michael Riera, PhD

- Birthing From Within - Pam England

- Our Babies, Ourselves: How Biology and Culture Shape the Way We Parent - Meredith Small


Sites Recomendados

Active Birth Centre
http://www.activebirthcenter.com

Midwifery Today – The Heart and Science of Birth
http://www.midwiferytoday.com

Editorial Obstare/Barcelona
http://www.obstare.com

GAMA – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa
http://www.maternidadeativa.com.br

Amigas do Parto (Site)
http://www.amigasdoparto.com.br

Amigas do Parto (Ong)
http://www.amigasdoparto.org.br

Marília Largura (obstetriz, doutora e livre-docente da UFRJ) - http://www.partohumanizado.com.br

CAPPA – Childbirth and Postpartum Professional Association
http://www.cappa.net

Birthworks
http://www.birthworks.org

ABENFO – Associação Brasileira de Enfermeiras Obstétricas e Obstetrizes
http://www.abenfonacional.hpg.ig.com.br

Dando a Luz
http://www.dandoaluz.org.ar

Doulas do Brasil
http://www.doulas.com.br

ANDO – Associação Nacional de Doulas
http://www.doulas.org.br

MaterNatura
http://www.maternatura.med.br

Casas de Parto
http://www.casasdeparto.com.br

Just the Facts
http://www.justthefacts.org/clar.asp

Michel Odent
http://www.michelodent.com

Home versus hospital birth (Cochrane Review)
http://www.cochrane.org/cochrane/revabstr/ab000352.htm

Parto Natural
http://www.partonatural.com.br

Parto Humanizado
http://www.partohumanizado.blogger.com.br

Xô Episio
http://www.xoepisio.blogger.com.br


Listas de Discussão

Parto Nosso
http://www.yahoogrupos.com.br/group/partonosso

Materna SP
http://www.yahoogrupos.com.br/group/materna_sp
Acervos

Biblioteca Virtual de Saúde Reprodutiva USP
http://www.bibcir.fsp.usp.br/html/p/quem_e_quem/bvsr/2002-v3-n4.html

Biblioteca Virtual da Mulher
http://www.prossiga.br/bvmulher/cedim

SOS Corpo – Gênero e Cidadania
http://www.soscorpo.org.br
Pediatria e Aleitamento

Grupo Origem – Apoio ao Aleitamento Materno
http://www.aleitamento.org.br

domingo, 27 de dezembro de 2009

Recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde) no Atendimento ao Parto Normal



A) Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas

- Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação, e comunicado a seu marido/ companheiro e, se aplicável, a sua família.
- Avaliar os fatores de risco da gravidez durante o cuidado pré-natal, reavaliado a cada contato com o sistema de saúde e no momento do primeiro contato com o prestador de serviços durante o trabalho de parto e parto.
- Monitorar o bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do trabalho de parto e parto, assim como ao término do processo do nascimento.
- Oferecer líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto.
- Respeitar a escolha da mãe sobre o local do parto, após ter recebido informações.
- Fornecimento de assistência obstétrica no nível mais periférico onde o parto for viável e seguro e onde a mulher se sentir segura e confiante.
Respeito ao direito da mulher à privacidade no local do parto.
- Apoio empático pelos prestadores de serviço durante o trabalho de parto e parto.
- Respeitar a escolha da mulher quanto ao acompanhante durante o trabalho de parto e parto.
- Oferecer às mulheres todas as informações e explicações que desejarem.
- Não utilizar métodos invasivos nem métodos farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto e parto e sim métodos como massagem e técnicas de relaxamento.
- Fazer monitoramento fetal com ausculta intermitente.
- Usar materiais descartáveis ou realizar desinfecção apropriada de materiais reutilizáveis ao longo do trabalho de parto e parto.
- Usar luvas no exame vaginal, durante o nascimento do bebê e na dequitação da placenta.
- Liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto.
- Estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto.
- Monitorar cuidadosamente o progresso do trabalho do parto, por exemplo pelo uso do partograma da OMS.
- Utilizar ocitocina profilática na terceira fase do trabalho de parto em mulheres com um risco de hemorragia pós-parto, ou que correm perigo em consequência de uma pequena perda de sangue.
- Esterilizar adequadamente o corte do cordão.
- Prevenir hipotermia do bebê.
- Realizar precocemente contato pele a pele, entre mãe e filho, dando apoio ao início da amamentação na primeira hora do pós-parto, conforme diretrizes da OMS sobre o aleitamento materno.
- Examinar rotineiramente a placenta e as membranas.

B) Condutas claramente prejudiciais ou ineficazes e que deveriam ser eliminadas

- Uso rotineiro de enema.
- Uso rotineiro de raspagem dos pelos púbicos.
- Infusão intravenosa rotineira em trabalho de parto.
- Inserção profilática rotineira de cânula intravenosa.
- Uso rotineiro da posição supina durante o trabalho de parto.
- Exame retal.
- Uso de pelvimetria radiográfica.
- Administração de ocitócicos a qualquer hora antes do parto de tal modo que o efeito delas não possa ser controlado.
- Uso rotineiro da posição de litotomia com ou sem estribos durante o trabalho de parto e parto.
- Esforços de puxo prolongados e dirigidos (manobra de Valsalva) durante o período expulsivo.
- Massagens ou distensão do períneo durante o parto.
- Uso de tabletes orais de ergometrina na dequitação para prevenir ou controlar hemorragias.
- Uso rotineiro de ergometrina parenteral na dequitação.
- Lavagem rotineira do útero depois do parto.
- Revisão rotineira (exploração manual) do útero depois do parto.

C) Condutas freqüentemente utilizadas de forma inapropriadas

- Método não farmacológico de alívio da dor durante o trabalho de parto, como ervas, imersão em água e estimulação nervosa.
- Uso rotineiro de amniotomia precoce (romper a bolsa d’água) durante o início do trabalho de parto.
- Pressão no fundo uterino durante o trabalho de parto e parto (manobra de Kristeller).
- Manobras relacionadas à proteção ao períneo e ao manejo do polo cefálico no momento do parto.

- Manipulação ativa do feto no momento de nascimento.
- Utilização de ocitocina rotineira, tração controlada do cordão ou combinação de ambas durante a dequitação.
- Clampeamento precoce do cordão umbilical.Estimulação do mamilo para aumentar contrações uterinas durante a dequitação.

D) Condutas freqüentemente utilizadas de modo inadequado

- Restrição de comida e líquidos durante o trabalho de parto.
- Controle da dor por agentes sistêmicos.
- Controle da dor através de analgesia peridural.
- Monitoramento eletrônico fetal.
- Utilização de máscaras e aventais estéreis durante o atendimento ao parto.
- Exames vaginais freqüentes e repetidos especialmente por mais de um prestador de serviços.
- Correção da dinâmica com a utilização de ocitocina.
- Transferência rotineira da parturiente para outra sala no início do segundo estágio do trabalho de parto.
- Cateterização da bexiga.
- Estímulo para o puxo quando se diagnostica dilatação cervical completa ou quase completa, antes que a própria mulher sinta o puxo involuntário.
- Adesão rígida a uma duração estipulada do segundo estágio do trabalho de parto, como por exemplo uma hora, se as condições maternas e do feto forem boas e se houver progresso do trabalho de parto.
- Parto operatório (cesariana).
- Uso liberal ou rotineiro de episiotomia.
- Exploração manual do útero depois do parto.

Nota: Essa lista de recomendações é a "Parte 5" do Manual de Parto Humanizado do Projeto Luz – JICA.

domingo, 15 de novembro de 2009

Amamentação a La Carte

Amamentação em intervalos pré-determinados é um mito. Houve um tempo em quese pensava que bebês deveriam mamar a cada 3 horas, ou a cada 4 horas e porexatamente 10 minutos de cada lado! Você já se perguntou o porquê de 10minutos e não 9 ou 11?
Claro, adultos nunca comem por "10 minutos em cada prato a cada 4 horas".Quanto tempo a gente leva para terminar o prato? Isso depende do quão rápidoa gente come. É o mesmo com bebês. Se eles mamam rápido, podem gastar menosque 10 minutos, mas se mamam devargar, podem gastar bem mais.
O adultos comem em horários pré-determinados somente porque as obrigações detrabalho forçam-nos a organizar suas refeições desta forma. Normalmente, nosdias de folga, a rotina usual é mudada sem qualquer dano à saúde. Contudo,ainda existem pessoas que acreditam que os bebês precisam ser acostumados amamadas de horário e fazem referências vagas à disciplina ou boa digestão.
Para um adulto, a comida pode esperar. Nosso metabolismo permite queesperemos por uma refeição e a comida é exatamente a mesma agora ou daqui auma hora. Mas seu bebê não pode esperar. Sua fome é urgente e a comida delemuda se a refeição se atrasa. O leite humano não é um alimento morto, masuma matéria viva em constante processo de mudança. A quantidade de gordurano leite aumenta à medida em que a amamentação progride. O leite do inícioda mamada tem baixo conteúdo gorduroso e o leite do final é altamente ricoem gordura; chegando a ser 5 vezes mais gordo.média de gordura em qualquer mamada depende de quatro fatores:1. Intervalo da mamada anterior (quanto maior o intevalo, menor a quantidadede gordura);2. Concentração de gordura no final da mamada anterior;3. Quantidade de leite ingerido na última mamada;4. Quantidade de leite ingerido nesta mamada.
Quando a criança mama os dois seios, ela raramente esvazia o segundo seio.Para simplificar, basta dizer que ela toma 2/3 de leite desnatado e 1/3 decreme de leite. Contudo, a criança que mama somente um seio por mamada toma½ leite desnatado e ½ creme de leite. Se ela toma um leite menos gordo(menos calórico), ela pode aceitar grandes volumes e consumir maisproteínas. Então o bebê que mama 50 ml de cada seio não mama o mesmo que umque toma 100 ml de um seio só; e a dieta do bebê que toma 80 ml a cada 2horas é totalmente diferente da dieta do bebê que toma 160 ml a cada 4horas.
Os fatores que controlam a composição do leite ainda estão sendo estudados eainda não se sabe muita coisa. Por exemplo, sabe-se que um dos seiosgeralmente produz mais leite, com maior concentração de proteínas que ooutro. Talvez seja só coincidência ou talvez seu filho decida isso, dandopreferência a um seio em relação ao outro, escolhendo uma refeição com maisou com menos calorias.
E você pensou que seu bebê mamasse sempre o mesmo leite? Você pensava queera entediante passar meses e meses tomando somente leite? Isso não éverdade com o leite materno. Seu bebê tem à disposição dele um grandecardápio para escolher, desde sopa leve a uma sobremesa bem cremosa. Uma vezque o seio não fala (nem pode entender o bebê), o bebê faz seu pedido de 3formas:
1. Pelo tanto de leite que ele toma a cada mamada (mamando por um longo oucurto tempo e com mais ou menos intensidade);2. Pelo intervalo entre uma mamada e outra;3. Mamando um ou os dois seios.
O que seu bebê faz quando mama para obter exatamente o que ele precisa de umdia para o outro é uma obra de engenharia. O bebê tem total e perfeitocontrole da sua dieta, desde que ele possa mudar as variáveis de acordo comseu desejo. É isso que a livre demanda significa: deixar o bebê decidirquando ele quer mamar, por quanto tempo ele vai ficar no seio e se ele quermamar um ou os dois seios.
Quando o bebê não tem o direito de controlar um dos mecanismos, na maioriadas vezes ele tenta mudar uma ou outra variável. Num experimento, algunsbebês foram colocados para mamar somente em um seio por mamada, durante umasemana e nos dois seios na semana seguinte (a ordem foi variável). Emteoria, os bebês teriam ingerido muito mais gordura nos dias em que mamaramsomente de um lado do que quando mamaram nos dois seios. Contudo, os bebêsespontaneamente modificaram a freqüência e a duração das mamadas e foramcapazes de ingerir quantidades similares de gordura (mas volumes diferentesde leite).
Se o bebê não tem a chance de modificar a freqüência ou duração das mamadase ele não tem a oportunidade de decidir se quer mamar de um lado ou dosdois, ele fica perdido. Ele não consegue tomar a quantidade de leite de queprecisa, mas acaba tomando o que lhe é oferecido. Se a sua dieta está muitolonge das necessidades reais do bebê, ele terá problemas em ganharapropriadamente ou passará o dia faminto e irritado. É por isso queamamentação em horários pré-estabelecidos raramente funciona e quanto maisrígido for o esquema, mais catastrófico é o resultado. Os bebês precisammamar irregularmente, somente assim eles têm uma dieta balanceada.
Desde o primeiro dia, embora pareça que ela está tomando somente leite, acriança está escolhendo sua dieta a partir de uma gama de opções e elasempre escolhe sabiamente, tanto na qualidade, quanto na quantidade.

*Do livro My Child Won't Eat, do pediatra Carlos González. Postado na Lista de Discussão Parto Nosso (Agosto/2008).

sexta-feira, 12 de junho de 2009

MANIFESTO CONTRA O FECHAMENTO CASA DE PARTO DO REALENGO NO RIO DE JANEIRO

Peço que apoiem o movimento contra o fechamento da Casa de Parto do Realengo, pelo governo do Rio de Janeiro.

Uma injustiça contra um grupo de profissionais que vinha fazendo a diferença no atendiemto ao parto, porque mostraram que é possivel o modelo do parto humanizado, nos padrões definidos pela OMS, seguindo as evidências cientificas mundiais.

É muito simples, para apoiar é só assessar o site abaixo, colocar alguns poucos dados e confirmar.

http://www.partodoprincipio.com.br/conteudo.php?src=casadeparto&ext=php

Não podemos permitir mais esta arbitrariedade, ficando calados, inertes. O movimento precisa 10.000 assinaturas até dia 14/06. Estão com cerca de 4800.

Vamos lá pessoal, com esta atitude estaremos:

- Apoiando o modelo do parto humanizado;
- Apoiando a redução das cesáreas desnecessárias;
- Apoiando a livre escolha das mulhereres pelo local onde querem parir;
- Apoiando a maternidade segura;
- Apoiando os médicos obstetras "humanizados", que atuam no modelo do parto respeitoso e humanizado;
- Apoiando a enfermagem obstétrica;
- Apoiando os direitos humanos, os direitos reprodutivos, os direitos das mulheres e casais que querem o parto humanizado.

Obrigada.

Patricia Bortolottto
Mãe, Doula e Advogada que acredita que as mulheres devem ter opção de escolha!
http://www.nascercomrespeito.com.br/

sexta-feira, 22 de maio de 2009

CineGAMA



Eu vou ter que roubar essa idéia do GAMA e fazer um post bem lindo aqui com os vídeos também!

Mas enquanto não tenho tempo de arrumar como quero, olhem que coisa legal elas fizeram:

"Nossos filmes preferidos

Essa é uma seleção de filmes que fizemos e que mostram aquilo que acreditamos a respeito do parto e nascimento. Muitos desses filmes mostram partos reais, portanto use o bom senso para decidir se quer ou não assisti-los. Se você encontrar um outro bom filme sobre nascimento, mande-nos uma mensagem com o link."

E acessem pra ver:


Carpe Diem!

domingo, 10 de maio de 2009

Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento 2009

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS
De 11 a 17 de maio diversos países estarão comemorando a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento (http://www.smar.info/). Celebrada anualmente, desde 2004, por iniciativa da Associação Francófona pelo Parto Respeitoso ("Alliance Francophone pour l'Accouchement Respecté" – (http://www.afar.info/), este ano, a campanha aborda o aumento da taxa de cesarianas no mundo com o slogan Diga não à cesárea desnecessária!

Para marcar a data no Brasil, a Rede Parto do Princípio (http://www.partodoprincipio.com.br/) realiza uma exposição simultaneamente em várias cidades, com fotos em preto e branco, de mulheres brasileiras no momento do nascimento de seus filhos. É uma ocasião para reafirmar publicamente que a reprodução humana é um fato social em primeiro lugar; que a mudança é possível e que nunca é tarde para que os profissionais e os estabelecimentos médicos revejam suas práticas.

A exposição tem como objetivo incentivar o vínculo afetivo entre mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado.

No Rio de Janeiro a exposição acontece de 12 a 17 de maio, das 14h às 23h, na Livraria Largo das Letras, Rua Almirante Alexandrino, 501. Largo do Guimarães, Santa Teresa.
Dia 15 de Maio, sexta-feira, às 20:00, teremos um encontro com coquetel e você é nosso convidado. Crianças são bem vindas!

A Parto do Princípio é uma rede de mulheres, consumidoras e usuárias do sistema de saúde brasileiro, que oferece informações sobre gestação, parto e nascimento baseadas em evidências científicas e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Conta hoje com mais de 300 pessoas trabalhando voluntariamente, em 16 estados e no Distrito Federal, na divulgação dos benefícios do parto ativo.

A Exposição tem o apoio do Guia do Bebê (http://www.guiadobebe.com.br/), Mundo da Foto (Rua Buenos Aires, 171 Centro), Livraria Largos das Letras, Pizzas Artesanais de Santa Teresa e Federação dos Círculos Operários.

Contatos:
- Denise Araujo (21) 2222-6658, (21) 9797-1602, denise@partodoprincipio.com.bre
- Ana Lucia Baptista (21) 8859-1432, (21) 3852-6753 anandra@partodoprincipio.com.br