Socorro, que teve a Beatriz no último dia 7, está enfrentando as primeiras dificuldades da amamentação. A Bia dorme o dia todo, e não tem pego o seio. Assim que pega dorme. A Socorro também está preocupada pq o bico do peito dela é plano.
Estamos dando várias dicas, como fazer cosquinhas nos pés da Bia pra ela dar uma despertada, fazer massagem no maxilar em movimentos circulares, etc.
E falamos também para suspender o complemento, pois este sim diminui o leite.
A Socorro também está apreensiva pq o colostro é muito pouquinho e tem medo de não ser suficiente, por isso está dando NAN (complemento) o que de cara dissemos para suspender. Senão assim que a Bia não vai sentir fome e não vai pegar no seio mesmo!!
Lembrem-se: o NAN é a cesárea da amamentação!
Veja o texto que a Fernanda nos enviou. Reflete bem a realidade da Socorro!
Bebê não nasce mamando (mas aprende logo!)
Dra. Stella Marina Ferreira
Todo recém-nascido leva um tempo pra pegar bacana mesmo o seio. Afinal, quando ele nasce não sabe mamar e a mãe não sabe amamentar: devem aprender juntos e mutuamente.
Eles nascem cansados e nós estamos cansadas e apreensivas.
Eles nascem sem fome e nós não temos leite em grande quantidade, só colostro que é rico, mas escasso.
Convenhamos, não é de se esperar que eles agarrem o seio loguinho e competentemente. Dá um tempo!
Quanto tempo?
Quem tiver oportunidade, observe um recém-nascido e sua mãe. Em geral, a partir do terceiro dia eles estão pegando e sugando, sim, mas por pouco tempo de cada vez. Isso dá à mãe e aos entornos a impressão de que o bebê come pouco. Complete-se o quadro com o choro do bebê, que é freqüente. Claro, oras! Ele estranha tudo e não sabe perguntar nada!
O pessoal faz pressão; a mãe se sente incompetente E rejeitada (pelo filho e pelos parentes!); o pediatra oferece o complemento. Dá-se a melodia...
Mas continuem observando. Observem especialmente as mães perseverantes e otimistas e seus bebês.
Vocês perceberão que o bebê sacou tudo, está realmente safo, competentíssimo nas mamadas aí pelos ... 20 dias de nascido. É isso aí, gente!, 3 semanas.
Uns bebês sacam tudo logo no 3º dia; outros no 8º; outros no 16º, sei lá. Mesmo o "precoce" só estará expert na terceira semana. Vão lá ver só!
Então, qualquer atestado de incompetência outorgado antes de 21 dias é impróprio.
E enquanto bebê e mamãe estão aprendendo juntos, pode ser que o bebê mame pouco tempo, mas mame bem. Afinal, o recém-nascido tem mais fome de afeto e de conhecimento do que de leite.
Ao levar o bebê ao seio, a mãe faz contacto olho-no-olho. Como isso é importante! E ela estimula a pele dele e o olfato dele, permitindo-lhe ir conhecendo o mundo a que chegou.
A mãe tem que ser apoiada, ajudada, estimulada e parabenizada: ela está fazendo um monte de coisas que promovem bem-estar a seu bebê.
A mãe tem que ser informada que não se nasce sabendo, que se aprende a cada dia, que relações fortes demoram a instalar-se (e nunca são deletadas).
Dra. Stella Marina Ferreira
Médica Ginecologista e Obstetra
Rio de Janeiro, RJ
sexta-feira, 9 de maio de 2003
Relato do Parto Natural da Socorro - Parto Mágico
Gente, a Bia acabou de dormir. Vou tentar resumir o meu parto.
Como eu contei, na sexta da semana passada o meu médico - que era pra mim um Deus - me deu a notícia de que se eu tivesse nenê de segunda a quinta só poderia ter com ele se fosse para o hospital público, pois ele não sairia do hospital para ir aonde eu estivesse.
Na segunda à noite fui visitar o hospital: terrível.O marido não pode entrar.
Decidi: tenho que ter um plano C.
Na terça de manhã a minha doula me sugeriu um médico, Dr. Luís Carlos, que por coincidência é pai de uma amiga minha da faculdade.
Liguei pra ele, fiz perguntas sobre parto normal, anestesia, vi que ele é dos nossos e marquei uma consulta na quinta de manhã.
Ás nove da noite da terça-feira eu estava ao telefone e recebi uma notícia ótima, um convite para publicar um artigo em uma revista de literatura, vindo de uma professora de Minas que é incrível (coisas do meu mestrado.)
Ao terminar o telefonema, vi que o colchão estava sujo de sangue e muco.
Era o tampão.
Liguei pro médico e pra doula. Mandaram que eu monitorasse os intervalos entre as contrações para ter certeza que era TP.
Meia-noite as cólicas apertaram. Duas da manhã ficaram no intervalo de cinco em cinco minutos. O médico mandou que fossemos para o hospital com a doula.
Chegando lá, fui examinada pelo obstetra de plantão. Duas da manhã, dois centímetros de dilatação.
Fomos para o quarto, fiquei na bola, com a doula e meu marido. Tomei banho, ouvi música suave e as contrações começaram a apertar mais.
As cinco da manhã, o médico chega, de som na mão. Examina: seis centímetros de dilatação. aguardamos mais um pouco. Muita dor.
As seis da manhã, examina de novo: oito centímetros de dilatação.
Descemos para a sala de parto. Fiquei de cócoras, sustentada na escadinha de dois degraus, com meu marido por trás. Fiquei de cócoras no chão, apoiada na doula.
Na hora de nascer, fui pra cama e fiquei sentada, puxando pelas alças.
Ás sete e quarenta nasceu minha Bia!
A pediatra fez os exames com ela em cima de mim. Depois saiu a placenta.LINDO!
Tive algumas pequenas fissuras pode dentro da vagina e nos lábios. O médico deu uns pontinhos.
Não usei soro, anestesia, episio, NADA! Foi como Deus fez!
O médico a doula foram fantásticos. É um capítulo à parte.
No mesmo dia recebi alta do hospital.
Toda mulher precisa viver isso. É uma grande experiência. Indescritível.
Estou com muito sono, depois conto mais. Podem perguntar, parto agora é meu assunto preferido!!!!!!!!!!!!!!!!
MIL BEIJOS Socorro Acioli, mãe da Bia, de um dia!
Como eu contei, na sexta da semana passada o meu médico - que era pra mim um Deus - me deu a notícia de que se eu tivesse nenê de segunda a quinta só poderia ter com ele se fosse para o hospital público, pois ele não sairia do hospital para ir aonde eu estivesse.
Na segunda à noite fui visitar o hospital: terrível.O marido não pode entrar.
Decidi: tenho que ter um plano C.
Na terça de manhã a minha doula me sugeriu um médico, Dr. Luís Carlos, que por coincidência é pai de uma amiga minha da faculdade.
Liguei pra ele, fiz perguntas sobre parto normal, anestesia, vi que ele é dos nossos e marquei uma consulta na quinta de manhã.
Ás nove da noite da terça-feira eu estava ao telefone e recebi uma notícia ótima, um convite para publicar um artigo em uma revista de literatura, vindo de uma professora de Minas que é incrível (coisas do meu mestrado.)
Ao terminar o telefonema, vi que o colchão estava sujo de sangue e muco.
Era o tampão.
Liguei pro médico e pra doula. Mandaram que eu monitorasse os intervalos entre as contrações para ter certeza que era TP.
Meia-noite as cólicas apertaram. Duas da manhã ficaram no intervalo de cinco em cinco minutos. O médico mandou que fossemos para o hospital com a doula.
Chegando lá, fui examinada pelo obstetra de plantão. Duas da manhã, dois centímetros de dilatação.
Fomos para o quarto, fiquei na bola, com a doula e meu marido. Tomei banho, ouvi música suave e as contrações começaram a apertar mais.
As cinco da manhã, o médico chega, de som na mão. Examina: seis centímetros de dilatação. aguardamos mais um pouco. Muita dor.
As seis da manhã, examina de novo: oito centímetros de dilatação.
Descemos para a sala de parto. Fiquei de cócoras, sustentada na escadinha de dois degraus, com meu marido por trás. Fiquei de cócoras no chão, apoiada na doula.
Na hora de nascer, fui pra cama e fiquei sentada, puxando pelas alças.
Ás sete e quarenta nasceu minha Bia!
A pediatra fez os exames com ela em cima de mim. Depois saiu a placenta.LINDO!
Tive algumas pequenas fissuras pode dentro da vagina e nos lábios. O médico deu uns pontinhos.
Não usei soro, anestesia, episio, NADA! Foi como Deus fez!
O médico a doula foram fantásticos. É um capítulo à parte.
No mesmo dia recebi alta do hospital.
Toda mulher precisa viver isso. É uma grande experiência. Indescritível.
Estou com muito sono, depois conto mais. Podem perguntar, parto agora é meu assunto preferido!!!!!!!!!!!!!!!!
MIL BEIJOS Socorro Acioli, mãe da Bia, de um dia!
Somente aparar o bebê
Esse tema começou pq a Rose, comentando sobre processar o médico dela por fazer uma cesariana desnecessária, escreveu uma mensagem que em um momento ela diz que a irmã dela se sentiu mal-tratada por não ter tido intervenções no parto (veja aqui a mensagem). O Ricardo escreveu uma mensagem dizendo o quê as mulheres e familiares esperam do parto e como ele deveria ser: o médico somente aparando o bebê mesmo! Contou um caso de uma mulher que teve um parto maravilhoso, sem intervenção nenhuma, sem episiotomia, anestesia, soro, etc, teve seu filho numa boa e depois foi com ela com seu bebê nos braços para mostrar à família. Disse que a família achou um absurdo a mulher estar "andando" depois de ter um filho. E a mãe estava super feliz com o parto e não adiantava tentar explicar para a família. Veja esse relato do Ric aqui.
A Rose concordou, disse que era aquilo mesmo, que a irmã dela esperava um parto normal com intervenções e como no hospital estavam entrando em parto humanizado, as enfermeiras estavam só cumprindo ordens, então apesar de não utilizarem ferramentas intervencionistas no parto, por outro lado não acolheram a parturiente, deixando-a largada, se sentindo sozinha, o que de nada tem a ver com o parto humanizado. Leia a resposta da Rose aqui.
A Rose concordou, disse que era aquilo mesmo, que a irmã dela esperava um parto normal com intervenções e como no hospital estavam entrando em parto humanizado, as enfermeiras estavam só cumprindo ordens, então apesar de não utilizarem ferramentas intervencionistas no parto, por outro lado não acolheram a parturiente, deixando-a largada, se sentindo sozinha, o que de nada tem a ver com o parto humanizado. Leia a resposta da Rose aqui.
Reclamando com médico que indicou sua cesariana desnecessária...
Alguns dias atrás estivemos conversando se valia a pena escrever uma carta ou falar com o nosso médico o quanto ficamos insatisfeitas com o nosso parto, como foi conduzido, com excesso de intervenções e acabando numa cesariana desnecessária. Algumas comentaram das cesarianas marcadas com antecedência, sem motivo claro. A Socorro M. comentou que de nada adiantaria, que eles não mudariam por causa da nossa insatisfação. Foi sugerido hoje pq não processamos médicos que indicaram desnecessariamente uma cesariana sem motivo aparente. Afinal, 90% dos partos em hospitais particulares no Brasil estão fazendo cesariana, levando mulheres e crianças a um risco fatal 10x maior que um parto normal. É óbvio que 90% das mulheres não apresentaram problemas suficientes para se fazer a cirurgia. Existe um abuso claro aí.
Algumas afirmaram ser difícil provar que a cesariana foi desnecessária, mas que seria bom dar um susto nesses médicos para que eles ficassem com um pouco mais de medo de fazer a cesárea a torto e a direito, ah isso ia...
Algumas afirmaram ser difícil provar que a cesariana foi desnecessária, mas que seria bom dar um susto nesses médicos para que eles ficassem com um pouco mais de medo de fazer a cesárea a torto e a direito, ah isso ia...
Troca de médico no dia do parto
Como já foi anunciado, a Beatriz, filha da Socorro Acioli nasceu dia 07 de Maio às 07:00 da manhã.
A Socorro estava fazendo pré-natal com um obstetra humanizado mas que no dia do parto estava atendendo num hospital público que a Socorro iria ter o bebê. Porém, se lembrou que por ser público, não aceitava acompanhante.
Conheça a história da Socorro que conseguiu encontrar outro médico também humanizado que substituiu o seu médico no dia do parto numa maternidade que aceitava acompanhantes.
A Socorro estava fazendo pré-natal com um obstetra humanizado mas que no dia do parto estava atendendo num hospital público que a Socorro iria ter o bebê. Porém, se lembrou que por ser público, não aceitava acompanhante.
Conheça a história da Socorro que conseguiu encontrar outro médico também humanizado que substituiu o seu médico no dia do parto numa maternidade que aceitava acompanhantes.
Partos menos traumáticos
(fontes: Partos menos traumáticos; Parto na posição lateral pode trazer mais conforto à mulher )
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mulher tem o direito de escolher como quer ter o filho. E já que não existe parto sem dor, a idéia é torná-lo menos traumático possível, para a mãe e o bebê.
Parto cesárea
Também chamado de parto operatório, só deve ser indicado quando a mulher ou o bebê correr risco de vida.
Parto normal deitado
É a forma de parto normal mais praticada, embora signifique mais sacrifício para a mulher, pela posição.
Quando a mulher faz o parto normal deitada, ela precisa fazer mais força para "expulsar" o bebê, pode sofrer mais lacerações (rompimentos) internas e corre o risco de ter veias internas rompidas.
Parto sentado
Para ser realizado no hospital, foi desenvolvida uma cadeira especial, com apoio para o bumbum da mulher e uma abertura em forma de meia-lua na frente para facilitar o trabalho do médico, no momento de aparar o bebê.
Esse tipo de parto é mais rápido, a mulher sente menos dor e não é preciso aumentar a abertura de passagem do bebê.
Parto de cócoras
É uma outra modalidade de parto normal, estimulado por obstetras conscientes de que a melhor forma é aquela que deixa a mulher mais à vontade e confortável para ter o filho.
Em todas as modalidades, a presença do companheiro é fundamental para dar segurança e tranqülidade à mulher.
Parto na água
Essa modalidade de parto é considerada pelos obstetras como a forma mais natural de trazer um bebê ao mundo. O parto é feito em uma banheira com água aquecida.
O bebê já sai nadando e sobe sozinho até a superfície. O cordão umbilical só é cortado quando pára de fornecer oxigênio à criança.
Parto de joelhos
Maria, mãe de Jesus, deu à luz de joelhos. Os médicos contam esta história para reafirmar que se o parto deitado fosse bom, Jesus teria nascido dessa forma.
As índias sempre estão sozinhas no momento do parto e têm de escolher a forma mais funcional.
Parto de quatro
Na verdade, esta também é uma variação do parto normal de cócoras. E quando a mulher opta por um ou outro estilo, o obstetra procura não interferir.
Os médicos acham que a mulher deve ficar na posição mais conveniente e confortável para ela.
Parto lateral
A posição lateral propicia uma participação mais ativa da mulher. As contrações são mais intensas, porém menos freqüentes, o que torna o trabalho de parto menos
desgastante. Além disso, a mulher ganha liberdade para abaixar a perna quando se cansar e para recomeçar o esforço quando se sente pronta.
"O período expulsivo do meu parto foi dividido entre a posição verticalizada(cócoras) e a de Sims (lateral), sendo que a Lara nasceu qdo eu estava de lado. Gostei muito da posiçao de cocoras, realmente dá pra fazer uma força bem legal, vc sente q está dominando mesmo o parto e controla muito bem a situação, mas teve uma hora q me senti muito cansada e preferi ficar de lado...
Achei muito boa a posição lateral pq me permitia descansar nos intervalos das contrações e aliviava muito a dor nas costas q eu estava sentindo. Qdo vinha a contração eu apoiava as pernas num suporte q tinha na cama e fazia a força, abraçada com o Rapha, assim q acabava a contração eu relaxava as pernas e podia descansar bastante. Isso permitiu q o meu períneo ficasse bem relaxado, e tive apenas uma pequena lasceração, como já disse antes." - diz Chrys
Encaixe do bebê
O normal, depois da 36ª semana de gravidez, é a cabeça do bebê ficar encaixada na pelve (bacia), numa preparação para o nascimento.
Às vezes, o bebê fica sentado, provocando o chamado parto pélvico. Nesses casos, o obstetra opta pela cesariana, mas o bebê também pode nascer de parto normal. Quando ele fica atravessado na barriga da mãe, só a cesária resolve.
Contrações
Quando se inicia o trabalho de parto, a mulher sente contrações na barriga que duram de 30 a 60 segundos, no início, com intervalos de 20 minutos entre uma contração e outra.
Os direitos da grávida
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mulher tem o direito de escolher como quer ter o filho. E já que não existe parto sem dor, a idéia é torná-lo menos traumático possível, para a mãe e o bebê.
Parto cesárea
Também chamado de parto operatório, só deve ser indicado quando a mulher ou o bebê correr risco de vida.
Parto normal deitado
É a forma de parto normal mais praticada, embora signifique mais sacrifício para a mulher, pela posição.
Quando a mulher faz o parto normal deitada, ela precisa fazer mais força para "expulsar" o bebê, pode sofrer mais lacerações (rompimentos) internas e corre o risco de ter veias internas rompidas.
Parto sentado
Para ser realizado no hospital, foi desenvolvida uma cadeira especial, com apoio para o bumbum da mulher e uma abertura em forma de meia-lua na frente para facilitar o trabalho do médico, no momento de aparar o bebê.
Esse tipo de parto é mais rápido, a mulher sente menos dor e não é preciso aumentar a abertura de passagem do bebê.
Parto de cócoras
É uma outra modalidade de parto normal, estimulado por obstetras conscientes de que a melhor forma é aquela que deixa a mulher mais à vontade e confortável para ter o filho.
Em todas as modalidades, a presença do companheiro é fundamental para dar segurança e tranqülidade à mulher.
Parto na água
Essa modalidade de parto é considerada pelos obstetras como a forma mais natural de trazer um bebê ao mundo. O parto é feito em uma banheira com água aquecida.
O bebê já sai nadando e sobe sozinho até a superfície. O cordão umbilical só é cortado quando pára de fornecer oxigênio à criança.
Parto de joelhos
Maria, mãe de Jesus, deu à luz de joelhos. Os médicos contam esta história para reafirmar que se o parto deitado fosse bom, Jesus teria nascido dessa forma.
As índias sempre estão sozinhas no momento do parto e têm de escolher a forma mais funcional.
Parto de quatro
Na verdade, esta também é uma variação do parto normal de cócoras. E quando a mulher opta por um ou outro estilo, o obstetra procura não interferir.
Os médicos acham que a mulher deve ficar na posição mais conveniente e confortável para ela.
Parto lateral
A posição lateral propicia uma participação mais ativa da mulher. As contrações são mais intensas, porém menos freqüentes, o que torna o trabalho de parto menos
desgastante. Além disso, a mulher ganha liberdade para abaixar a perna quando se cansar e para recomeçar o esforço quando se sente pronta.
"O período expulsivo do meu parto foi dividido entre a posição verticalizada(cócoras) e a de Sims (lateral), sendo que a Lara nasceu qdo eu estava de lado. Gostei muito da posiçao de cocoras, realmente dá pra fazer uma força bem legal, vc sente q está dominando mesmo o parto e controla muito bem a situação, mas teve uma hora q me senti muito cansada e preferi ficar de lado...
Achei muito boa a posição lateral pq me permitia descansar nos intervalos das contrações e aliviava muito a dor nas costas q eu estava sentindo. Qdo vinha a contração eu apoiava as pernas num suporte q tinha na cama e fazia a força, abraçada com o Rapha, assim q acabava a contração eu relaxava as pernas e podia descansar bastante. Isso permitiu q o meu períneo ficasse bem relaxado, e tive apenas uma pequena lasceração, como já disse antes." - diz Chrys
Encaixe do bebê
O normal, depois da 36ª semana de gravidez, é a cabeça do bebê ficar encaixada na pelve (bacia), numa preparação para o nascimento.
Às vezes, o bebê fica sentado, provocando o chamado parto pélvico. Nesses casos, o obstetra opta pela cesariana, mas o bebê também pode nascer de parto normal. Quando ele fica atravessado na barriga da mãe, só a cesária resolve.
Contrações
Quando se inicia o trabalho de parto, a mulher sente contrações na barriga que duram de 30 a 60 segundos, no início, com intervalos de 20 minutos entre uma contração e outra.
Os direitos da grávida
- Receber informações sobre a gravidez e escolher o parto que deseja.
- Conhecer os procedimentos rotineiros do parto.
- Não se submeter à tricotomia (raspagem dos pelos pubianos) e a enema (lavagem intestinal), se não o desejar.
- Recusar a indicação do parto, feita só por conveniência médica.
- Não se submeter à ruptura artificial da bolsa amniótica (que protege o bebê dentro da mãe), procedimento que não se justifica cientificamente.
- Escolher a posição que mais lhe convier durante o trabalho de parto.
- A grávida também pode recusar-se a fazer episiotomia (corte de períneo), que não se justifica cientiificamente.
- Não se submeter à cesárea, a menos que haja riscos para a grávida ou o bebê.
- Começar a amamentar o bebê sadio (quando não requer cuidados especiais) logo após o parto.
- A mãe pode e deve exigir ficar junto com seu bebê recém-nascido sadio.
quinta-feira, 8 de maio de 2003
Tintura para cabelo em grávidas
A Kátia perguntou se poderia pintar o cabelo, se faria mal ao bebê.
Algumas participantes disseram que a partir dos 3 meses o médico liberou, entretanto, outras afirmaram que acharam melhor não pintar durante a gravidez toda inclusive durante a amamentação...
A Socorro M. por exemplo, acha pior que a tintura, o cheiro da amônia... Por via das dúvidas...
Algumas participantes disseram que a partir dos 3 meses o médico liberou, entretanto, outras afirmaram que acharam melhor não pintar durante a gravidez toda inclusive durante a amamentação...
A Socorro M. por exemplo, acha pior que a tintura, o cheiro da amônia... Por via das dúvidas...
quarta-feira, 7 de maio de 2003
Novidade! Nasceu a Bia, a filha da Socorro A.!
Beatriz, filha de Socorro A. nasceu às 7h, com 2,700kg, 48 cm, Apgar 9 e 9.
O parto, NATURAL, foi sem episiotomia (corte que se dá entre a vagina e o ânus), sem anestesia, sem soro, sem lavagem, etc.
Parabéns Socorro!!! Seja bem-vinda Bia!
O parto, NATURAL, foi sem episiotomia (corte que se dá entre a vagina e o ânus), sem anestesia, sem soro, sem lavagem, etc.
Parabéns Socorro!!! Seja bem-vinda Bia!
Textos interessantes - Parto domiciliar e bulas de anticoncepcional (risco de AVC)
Angelina mandou dois textos interessantíssimos hoje.
Um sobre assistência do parto normal em domícilio, leia aqui.
E outro sobre as bulas de anticoncepcional, que terão que ter avisos sobre os riscos de uso da mesma. Leia aqui.
Houve até um caso de AVC (acidente vascular cerebral) ou isquemia na lista. O qual, provavelmente, foi causado pelo uso de anticoncepcionais.
Um sobre assistência do parto normal em domícilio, leia aqui.
E outro sobre as bulas de anticoncepcional, que terão que ter avisos sobre os riscos de uso da mesma. Leia aqui.
Houve até um caso de AVC (acidente vascular cerebral) ou isquemia na lista. O qual, provavelmente, foi causado pelo uso de anticoncepcionais.
terça-feira, 6 de maio de 2003
Aleitamento materno, mamadeiras, bicos e pediatras
Angelina mandou hoje um texto falando da lei que força todos os produtos referentes a bicos e mamadeiras, virem com uma mensagem avisando que a utilização desses produtos prejudica o aleitamento. Como o texto diz que a partir dos 4 meses, o bebê já é capaz de diferenciar o bico do peito da mamadeira, levantamos uma discussão, pois apesar do bebê saber diferenciar, a maioria opta pela mamadeira ocasionando um desmame precoce.
Entre outras coisas, conversamos em como as pessoas em geral interferem nesse ato de amamentar, e do preconceito em amamentar uma criança de 2 anos ou quase isso em público. Uma mãe comentou que o pediatra achava 2 anos muito tarde para amamentar e outra disse que o pediatra estava recomendando o desmame noturno. Falamos que dessas coisas só mesmo a mãe da criança pode escolher.
Entre outras coisas, conversamos em como as pessoas em geral interferem nesse ato de amamentar, e do preconceito em amamentar uma criança de 2 anos ou quase isso em público. Uma mãe comentou que o pediatra achava 2 anos muito tarde para amamentar e outra disse que o pediatra estava recomendando o desmame noturno. Falamos que dessas coisas só mesmo a mãe da criança pode escolher.
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